A empresa investiu em firewall, endpoint, MFA e treinamento. No papel, está protegida. Mas ninguém nunca sentou do outro lado e tentou entrar.
Relatório de scanner não responde essa pergunta. Ele lista o que está desatualizado, não o que é explorável na prática nem o que um atacante consegue alcançar depois do primeiro acesso.
A diferença entre as duas coisas costuma aparecer no pior momento possível: quando o incidente já aconteceu e a auditoria pergunta por que aquele caminho estava aberto.
A empresa investiu em firewall, endpoint, MFA e treinamento. No papel, está protegida. Mas ninguém nunca sentou do outro lado e tentou entrar.
Relatório de scanner não responde essa pergunta. Ele lista o que está desatualizado, não o que é explorável na prática nem o que um atacante consegue alcançar depois do primeiro acesso.
A diferença entre as duas coisas costuma aparecer no pior momento possível: quando o incidente já aconteceu e a auditoria pergunta por que aquele caminho estava aberto.
Cada achado vem com o caminho percorrido e a evidência da exploração. Não há discussão sobre se é real.
A ordem de correção segue o que um atacante alcançaria, não a nota genérica de severidade.
Entre um pentest e o próximo, a simulação automatizada mostra se uma mudança abriu porta nova.
Função | Cobertura | O que o serviço faz |
|---|---|---|
Identiificar | Alta | Revela a exposição real e o caminho que um atacante percorreria. |
Detectar | Parcial | O exercício mede se os seus controles enxergam oataque enquanto ele acontece. |
Proteger | Apoio | O plano de correção alimenta o endurecimento dos controles existentes.
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Teste conduzido por analista, com exploração encadeada e movimento lateral — onde a automação não chega.
Simulação automatizada e recorrente de cadeias de ataque contra os controles em produção.
Campanha de phishing simulado, com medição por colaborador e amarração ao serviço de conscientização.
Plataforma de pentest automatizado e BAS, com validação de exploração real e relatórios por framework.
Base de descoberta e priorização de vulnerabilidades que alimenta o escopo do teste.
Condução manual, análise dos achados e tradução para plano de correção.
O que entra, o que fica de fora, janela de execução e critério de parada.
Mapeamento da superfície exposta e do que é alcançável a partir dela.
Tentativa real de acesso, escalada de privilégio e movimento lateral dentro do escopo.
Achados com evidência, impacto de negócio e ordem de correção, apresentados ao time.
Nova rodada sobre o que foi corrigido, para comprovar o fechamento.
Cliente, seguradora ou norma pedindo teste de intrusão periódico com evidência.
Migração para nuvem, novo perímetro ou aplicação nova em produção.
Empresas com controles maduros que precisam saber se eles realmente seguram um ataque.
Se você ainda não tem inventário do que está exposto, comece pela Gestão de vulnerabilidade e riscos — pentest em ambiente sem higiene básica só confirma o óbvio. Se a pergunta é qual é o seu nível de maturidade, o caminho é o Assessment.
O scan lista o que está desatualizado ou mal configurado. O pentest tenta explorar de verdade, encadeia os achados e mostra até onde um atacante chegaria. São complementares — e o scan é o
serviço de Gestão de vulnerabilidade e riscos.
O escopo e as regras de engajamento são acordados antes, incluindo janela de execução e critério de parada. Testes destrutivos só entram com pedido expresso e ambiente preparado.
Breach and Attack Simulation: a plataforma executa cadeias de ataque conhecidas contra os seus controles de forma automatizada e recorrente. Serve para saber se uma mudança de configuração abriu porta nova entre um pentest e o próximo.
Sim, no pentest humanizado os relatórios podem ser organizados por framework nos formatos OWASP, PCI DSS, ISO 27001